Uma baiana de Itabuna que, depois de se perder lá pelo Ártico, voltou e continua seguindo o fluxo da vida e acreditando muito - e sempre - em Deus. Escrevo aqui o que costumava "guardar" em milhões de pedacinhos de papel metidos na carteira, em cima da mesa de trabalho, colados com durex no computador, etc... Em vez de anotar e perder, vou arquivando aqui coisas que não quero esquecer... e quase sempre na minha língua materna, da que sinto tanta falta, ou no idioma em que vou processando as emoções e os sentimentos. Algum dia ainda acho minhas velhas anotações de adolescente e as coloco aqui também... ;-)
Por que o nome do blog é Pela Vida, por aí?
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Uma baiana de Itabuna, que, depois se se perder lá pelo Ártico, voltou e continua seguindo o fluxo da vida e acreditando muito - e sempre - em Deus. Escrevo aqui o que costumava "guardar" em milhões de pedacinhos de papel metidos na carteira, em cima da mesa de trabalho, colados com durex no computador, etc... Em vez de anotar e perder, vou escrevendo aqui coisas que não quero esquecer... e quase sempre na minha língua materna, da que sinto tanta falta, ou no idioma em que vou processando as emoções e os sentimentos. Algum dia ainda acho minhas velhas anotações de adolescente e as coloco aqui também... ;-)
Por ser de lá do sertão, lá do cerrado, lá do interior do mato, da caatinga, do roçado...
Com neve até as canelas, na Storulvån Fjällstation, num belíssimo dia de um colorido outono (setembro de 2007).
Hibisco, pra nós simplesmente graxa... de todas as cores... cercavam o Sítio Nosso Cantinho no tempo em que não precisávamos de muros nos defendendo... Aqui, só viscejam dentro de casa, protegidas do frio.
Minhas crônicas no Blog do Noblat/Globo Online - Mina krönikör
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